Verstappen diz que tensão na Red Bull diminuiu após saída de Horner da chefia
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Max Verstappen diz que o ambiente na Red Bull ficou menos estressante após Christian Horner deixar o comando da equipe em 2025. O piloto também comentou os rumores de retorno de Horner à Fórmula 1, dizendo que ele poderá voltar caso encontre uma oportunidade adequada.
Audi revela pintura especial para o GP de Singapura de F1 A mudança no comando da Red Bull trouxe, na visão de Max Verstappen, um ambiente mais leve para a equipe - ainda que reconheça que as rivalidades sejam mais emocionantes para o público. O tetracampeão comentou o assunto em entrevista à Associated Press (AP), em meio a rumores de um possível retorno do ex-chefe, Christian Horner, para a Fórmula 1. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Christian Horner e Max Verstappen no GP da Inglaterra da F1 2025, última corrida da RBR sob gestão do inglês Guenther Iby/SEPA.Media /Getty Images - Para ser sincero, gosto de ver as pessoas se dando bem. Não é legal quando há tensão constante entre as pessoas. Claro que, visto de fora, as pessoas gostam disso, mas, sinceramente, entre as equipes, é melhor quando se tem apenas uma relação amigável. Não é tão emocionante, mas, obviamente, estou gostando bastante de como as coisas estão indo no momento no comportamento de todo mundo — vamos colocar assim. É menos estressante. Todos nós levamos uma vida estressante e, quando dá para aliviar um pouco do estresse de vez em quando, é bom - declarou. Horner deixou a Red Bull em meados de 2025; o inglês comandou o time por 20 anos, desde a estreia no grid da categoria em 2005. Ele foi demitido em meio a uma série de polêmicas envolvendo atritos do gestor com outros nomes dentro da equipe, como o consultor Helmut Marko, que também saiu da Red Bull, e até o pai de Max, Jos Verstappen. Melhores momentos do GP do Bahrein na Malásia, vencido por Max Verstappen Desde então, Horner segue fora do paddock da F1. Ele já teve o nome ligado à Alpine e até mesmo a um projeto da montadora chinesa BYD na F1. Recentemente, ele manifestou interesse em assumir o comando da Ferrari. O comentário, por sinal, rendeu uma resposta irônica do atual chefe da Ferrari, Fred Vasseur. - Ele mostrou que fez um bom trabalho. Claro, as pessoas espalham muitos boatos e não sei o quanto disso é verdade. Não quero parecer rude, mas também não é problema nem preocupação minha. Ele quer voltar e, se houver uma boa oportunidade, tenho certeza de que ele voltará, mas não sei onde isso vai acontecer - opinou Verstappen. Horner chefiou pilotos como Sebastian Vettel, Mark Webber, Daniel Ricciardo e Max Verstappnen, comandando a Red Bull durante um período de sucesso - com oito títulos de pilotos e seis de construtores, além de 124 vitórias e 287 pódios em 405 GPs. Laurent Mekies, da Racing Bulls, foi chamado para ser o novo chefe da Red Bull. Ele possui passagem pela Ferrari como diretor esportivo. Christian Horner, ex-chefe de equipe da RBR Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images Horner construiu uma imagem de chefe incisivo e disposto a confrontos. A rivalidade com Toto Wolff foi um dos maiores símbolos desse perfil, especialmente durante a disputa entre Verstappen e Lewis Hamilton pelo título de 2021; os dois protagonizaram trocas públicas de acusações. Dentro da própria Red Bull, a pressão exercida por Horner ficou evidente na sucessão de companheiros de Verstappen e as cobranças públicas feitas aos pilotos: Pierre Gasly perdeu a vaga após apenas 12 corridas em 2019; Alexander Albon foi substituído no fim de 2020; Sergio Pérez deixou o time após quatro temporadas de muita cobrança e Liam Lawson foi devolvido à Racing Bulls depois de apenas duas etapas em 2025. Jonathan Wheatley (ex-diretor esportivo), Christian Horner (ex-chefe), Adrian Newey (ex-projetista) e Will Courtenay (chefe de estratégia, saída em 2026): baixas da RBR em 2024 e 2025 Getty Images Desde o início de 2024, a Red Bull começou a perder nomes importantes nos bastidores e viu, também, a crescente hegemonia na Fórmula 1 ruir. O primeiro foi Adrian Newey, projetista com mais títulos na história; ele seguiu para a Aston Martin, onde acumula os cargos de diretor técnico e chefe de equipe. A baixa seguinte foi de Jonathan Wheatley, então diretor esportivo; ele foi chefe da Sauber e da Audi de 2025 até meados de 2026, mas encerrou o vínculo com a equipe alemã no início do ano. Além deles, outros nomes relevantes saíram da Red Bull: o consultor Helmut Marko, o chefe de estratégias Will Courtenay, o chefe geral de operações de garagem Lee Stevenson e Craig Skinner, que chegou a ser projetista-chefe da Red Bull. Ainda há mais uma importante baixa programada para 2028: Gianpiero Lambiase, engenheiro de pista de Verstappen que vai para a McLaren. Infos e horários GP de Singapura de F1 2026 Infoesporte