Valor da cesta básica em Macapá supera R$ 700 e acumula alta em junho

🇧🇷 Globo (BR) —
Valor da cesta básica em Macapá supera R$ 700 e acumula alta em junho

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The average price of the basic food basket in Macapá, Brazil, rose slightly by 0.10% in June 2026, reaching R$ 717.46. Over the first half of the year, prices increased by 10.18%, with several staple foods becoming more expensive, impacting workers who need almost half their net income to afford basic food items.

Valor médio da cesta básica em Macapá teve alta em junho. Divulgação A cesta básica ficou mais cara em Macapá em junho e passou a custar, em média, R$ 717,46. O aumento em relação a maio foi de 0,10%, segundo a pesquisa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta quarta-feira (8). No primeiro semestre de 2026, a cesta básica ficou 10,18% mais cara. No acumulado de 12 meses, a alta chega a 7,87%. Entre maio e junho, o levantamento mostra que oito dos 12 alimentos pesquisados ficaram mais caros. Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do AP LEIA TAMBÉM: Unifap abre 16 vagas para mestrado profissional gratuito em inovação e propriedade intelectual Hospitais infantis do Amapá registram alta de 99% nos casos de gripe Agora no g1 Veja os produtos que subiram de preço entre maio e junho deste ano: Açúcar cristal: 5,98%; Café em pó: 5,37%; Arroz agulhinha: 5,08%; Feijão carioca: 4,38%; Farinha de mandioca: 2,93%; Manteiga: 1,59%; Tomate: 0,55%; Banana: 0,50% O café em pó teve baixa em 25 capitais do país. As exceções foram Macapá e Natal, onde o preço do grão subiu. Segundo a pesquisa, o óleo de soja manteve o valor estável. Já a carne bovina de primeira, o leite integral e o pão francês ficaram mais baratos no período analisado. Nos últimos 12 meses, o feijão carioca registrou o maior aumento entre os produtos da cesta. Também acumularam altas o tomate, a farinha de mandioca, o pão francês, a banana, o café, o óleo de soja e a carne. Em contrapartida, açúcar, arroz, manteiga e leite integral ficaram mais baratos em comparação com junho de 2025. No acumulado de 2026, o feijão, o tomate e a farinha de mandioca lideram as altas. Já açúcar, óleo de soja, arroz e café registram queda de preço no período. Com o preço da cesta em R$ 717,46, um trabalhador de Macapá que recebe um salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 97 horas e 22 minutos para comprar os alimentos básicos. O que representa 47,85% da renda líquida, já descontada a contribuição para a Previdência Social. Em maio, eram necessárias 97 horas e 16 minutos de trabalho. Já em junho de 2025, o tempo era de 96 horas e 24 minutos. Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá

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