Segurança: veja propostas dos candidatos ao governo do RJ

🇧🇷 Globo (BR) —
Segurança: veja propostas dos candidatos ao governo do RJ

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The article covers the security proposals of candidates for the Governor of Rio de Janeiro, focusing on combating organized crime and improving police effectiveness. Key strategies include strengthening border controls, reclaiming territories dominated by crime, and enhancing police salaries and operations. Measures also involve improving prison management and expanding civic-military schools and sports facilities in high-risk areas.

Ônibus são incendiados após morte de miliciano no Rio de Janeiro. GloboNews/Reprodução Apontada como a principal preocupação dos eleitores fluminenses em pesquisas recentes, a segurança pública também é o assunto mais presente nas entrevistas de pré-campanha dos candidatos ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. Por conta disso, o g1 abre com o tema segurança a série de reportagens que vai reunir as propostas dos candidatos ao governo do Rio de Janeiro para os principais temas da campanha. Saiba o que os nove candidatos propõem para a área, em ordem alfabética, com base nos planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Agora no g1 Até a publicação desta reportagem, Eduardo Paes (PSD) e Anthony Garotinho (Republicanos) ainda não haviam divulgado seus planos de governo no TSE. Para os dois, foram consideradas declarações dadas em entrevistas, debates e manifestações públicas recentes sobre segurança. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. André Marinho (Novo) André Marinho é pré-candidato ao Governo do RJ pelo Partido Novo Reprodução O plano de segurança de André Marinho é chamado de “Sai Fuzil, Entra Brasil” e trata o crime organizado como uma “empresa territorial narcoterrorista”. A estratégia é baseada na doutrina do “Cerco”, com cinco frentes de atuação: fronteira, território, dinheiro, cárcere e polícia. Na área de fronteiras, o programa prevê o “Escudo Rio”, com três anéis de fiscalização — marítimo, terrestre e aéreo —, além de scanners para leitura de carretas em movimento, drones e um centro integrado de comando. Para os territórios dominados pelo crime, Marinho propõe os Cinturões de Soberania Total (CST), com a retomada permanente de 20 territórios até 2030. A proposta prevê bases policiais funcionando 24 horas, além da entrada de serviços públicos como iluminação, asfaltamento, escolas e creches. O plano também prevê a chamada “Operação Asfixia”, voltada para identificar, bloquear e confiscar patrimônio de integrantes do crime organizado. A proposta inclui ainda a “Operação Pedágio do Crime”, para combater monopólios criminosos em setores como gás, internet e transporte. Na área prisional, Marinho propõe reconstruir uma unidade de segurança máxima na Ilha Grande para isolar lideranças criminosas e criar um regime em que o trabalho possa resultar em remição de pena. Para as polícias, o programa prevê recomposição salarial, com a meta de colocar o soldado da PM do Rio entre os cinco melhores salários do país, além de seguro-família para agentes mortos em serviço. Também propõe o fortalecimento das corregedorias para combater a infiltração do crime nas corporações. Entre as medidas de prevenção estão a expansão de escolas cívico-militares integradas ao ensino técnico e a criação de Arenas Fluminenses, equipamentos esportivos em territórios considerados críticos. A principal meta apresentada pelo candidato é reduzir a taxa de letalidade de 21 para 12 mortes por 100 mil habitantes. O plano estima ainda recuperar entre R$ 15 bilhões e R$ 25 bilhões do patrimônio do crime organizado em quatro anos por meio da Operação Asfixia. Principais propostas: Retomar 20 territórios dominados pelo crime até 2030; Criar o “Escudo Rio”, com fiscalização integrada de fronteiras por terra, mar e ar. Combater o financiamento das organizações criminosas com a “Operação Asfixia”, para bloquear e confiscar bens. Coronel Busnello (Missão) Coronel Busnello Reprodução/Redes sociais O plano de Coronel Busnello, apresentado no “Livro Amarelo do Rio de Janeiro”, divide as propostas em quatro eixos: pessoal, operacional, sensação de segurança e inclusão. Na área de pessoal, o candidato propõe um novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários, com progressão por mérito e equalização do Regime Adicional de Serviço (RAS) entre as forças de segurança. Também prevê atendimento de saúde ocupacional e suporte psicológico para os agentes. Uma das metas é formar 3,5 mil novos profissionais por ano para enfrentar o déficit estimado pelo plano em 25 mil policiais. Na área operacional, Busnello propõe o Centro Integrado de Comando e Controle (CIICO), com integração de dados das forças de segurança, reconhecimento facial, leitura de placas e sensores térmicos. O plano também prevê agências de inteligência distrital e equipamentos como drones, escâneres móveis e laboratórios de genética e balística. A retomada de territórios é apresentada como prioridade. O programa prevê três etapas: asfixia financeira e de inteligência, intervenção operacional e, depois, presença permanente do Estado. Nas áreas retomadas, seriam instaladas Unidades de Controle Territorial (UCTs). O plano também propõe ampliar o programa Segurança Presente para corredores comerciais e educacionais fora da capital. Na área de ressocialização, o Programa Recomeço prevê trabalho remunerado para presos, com a meta de alcançar 25% da população carcerária até 2030. O candid

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