Quem são os principais rivais do Brasil no Pré-Olímpico feminino de vôlei? Comentaristas opinam

🇧🇷 Globo Esporte Brazil (BR) —
Quem são os principais rivais do Brasil no Pré-Olímpico feminino de vôlei? Comentaristas opinam

AI Summary

The Brazilian women's volleyball team is favored in the South American Pre-Olympic tournament, aiming for early qualification to the Los Angeles 2028 Games. Key rivals include Argentina, Colombia, and others, with the competition held in Rio de Janeiro's Maracanãzinho.

A seleção brasileira feminina de vôlei construiu uma hegemonia continental nas últimas décadas. O time verde-amarelo se sagrou campeão de todas as 15 edições do Sul-Americano disputadas desde 1995. Neste ano, chega novamente como favorita e com uma responsabilidade a mais: o campeonato será um Pré-Olímpico, premiando a equipe vencedora com classificação antecipada para os Jogos de Los Angeles. Por isso, as comandadas de José Roberto Guimarães terão que fazer valer a superioridade técnica, apontada por comentaristas ouvidos pelo ge, que também elencaram os principais rivais do Brasil na América do Sul. A estreia da seleção no Pré-Olímpico será diante da Venezuela, nesta terça, às 20h (de Brasília), no Rio de Janeiro. O ge.globo acompanhará a partida em tempo real. Na sequência, o Brasil enfrentará Peru (quarta), Colômbia (quinta), Chile (sábado) e Argentina (domingo), sempre no Maracanãzinho. O sportv2 transmitirá todos os jogos, e TV Globo e ge tv mostrará o duelo com as argentinas. + Veja a tabela completa do Sul-Americano feminino de vôlei + Com Gabi e Sabrina, Zé Roberto define as 14 jogadoras para a disputa do Pré-Olímpico + Entenda como volta de Gabi pode mudar a seleção feminina de vôlei para o Pré-Olímpico Brasil x Itália, Liga das Nações Feminina de vôlei Volleyball World Fabi Alvim, bicampeã olímpica e comentarista da Globo, dividiu as seleções do Sul-Americano em três prateleiras. O Brasil aparece sozinho em um patamar superior. Mais abaixo, estão Argentina e Colômbia. Por último, vêm Venezuela, Chile e Peru. – Argentina e Colômbia são os adversários mais fortes, com times organizados, alguma referência, uma derrubadora de bola. A Venezuela pode se mostrar interessante, dependendo de quem entrar em quadra. A equipe chilena é a mais fraca. Na Copa Sul-Americana, o Peru foi muito mal também (quinto colocado entre oito competidores). Dificilmente a briga vai sair de Brasil, Argentina e Colômbia, mas com a nossa seleção bem acima das outras duas – avaliou Fabi. Na análise de comentaristas, Brasil chega ao Sul-Americano feminino como favorito Volleyball World O Pré-Olímpico é uma competição em que todos os times se enfrentam, sem mata-mata. A campeã será a equipe com mais vitórias – em caso de empate, pesarão alguns critérios, como o número de pontos na tabela e a diferença entre sets ganhos e perdidos. Durante o período de hegemonia no continente, o Brasil não tem sofrido grandes sustos. Uma exceção recente foi o Sul-Americano de 2021, quando a seleção verde-amarela acabou derrotada pela Colômbia e só ficou com o título por perder um set a menos que a rival na competição. Em conversa com o ge, Marco Freitas apontou o time colombiano como um dos mais traiçoeiros no Pré-Olímpico, ao lado da Argentina. O comentarista ainda citou o Peru, principal força do continente entre os anos de 1960 e 1980, mas em franco declínio nas últimas décadas. – Neste primeiro momento, coloco Colômbia e Argentina como os principais adversários do Brasil. Digo isso com todo respeito ao Peru, pela história do vôlei local e pela liga deles, que é a segunda melhor da América do Sul no momento, só atrás da nossa. Acho que a Argentina hoje tem uma oposta de nível mundial (Bianca Cugno, ex-Osasco). É um time muito perigoso, ainda mais jogando sem responsabilidade – avaliou Marco. Bianca Cugno passou pelo Osasco e recentemente se transferiu para o vôlei italiano Divulgação/Osasco O comentarista ainda chamou atenção para outro aspecto: os técnicos de seleções rivais conhecem bem o vôlei verde-amarelo. Guilherme Schmitz, comandante da Colômbia, e Antônio Rizola, do Peru, são brasileiros. Facundo Morando, que hoje está à frente da Argentina, treinará o Fluminense na próxima edição da Superliga Feminina. Com o cenário que se apresenta e uma vaga olímpica em jogo, o Brasil precisará encarar o Sul-Americano de forma cuidadosa. – É sempre 80 a 20 para o Brasil em termos de favoritismo, mas o 20 já derrubou muito 80. Então, fará diferença o cuidado com o dia a dia, na preparação para cada jogo. Sei que o Zé estará totalmente concentrado, exigindo um comportamento que ele julga coerente das meninas. Isso também vai contar para ele no processo de escolha das jogadoras que seguirão para o Campeonato Mundial em 2027, para as Olimpíadas daqui a dois anos. No Pré-Olímpico, o grande jogo do Brasil será contra ele mesmo – projetou Marco. José Roberto Guimarães tenta levar o Brasil a mais uma edição de Olimp Dilara Irem Sancar/Anadolu via Getty Images Fabi também espera uma seleção brasileira ligada em todos os jogos do Sul-Americano, mesmo naqueles que se desenham mais fáceis: – Espero que a equipe esteja ciente de que precisa terminar os jogos com contundência, encerrar as partidas rapidamente, sem dar chance ao azar. E, claro, também vale fazer testes. O Brasil é muito superior aos demais times e terá a chance de reafirmar isso. A responsabilidade é muito grande. Jogar com favoritismo pode se tornar um peso. Então, espero a seleção jogando

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