Por que vilarejo britânico votou para se separar do Reino Unido

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Por que vilarejo britânico votou para se separar do Reino Unido

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Residents of Piddington village in Oxfordshire held a symbolic referendum to vote for independence from the UK in protest against government plans to house over 1,000 migrants in a nearby former military base. The majority voted to leave, highlighting local dissatisfaction with asylum seeker accommodation policies.

Conheça a história de Larry, o gato mais famoso do Reino Unido Moradores de uma vila em Oxfordshire votaram pela independência do Reino Unido em um referendo simbólico realizado em protesto contra os planos de abrigar mais de 1.000 migrantes em uma antiga base militar. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Os moradores de Piddington, perto de Bicester, votaram nesta terça-feira (15) sobre as propostas do Ministério do Interior, para abrigar até 1.256 homens que solicitaram asilo na base próxima do Ministério da Defesa (MoD) em Bicester. O referendo foi organizado pelo conselho paroquial e, dos 312 votos registrados, 285 votaram pela saída, 26 votaram contra e uma cédula foi anulada. A secretária de Cultura, Lisa Nandy, disse ao programa BBC Breakfast que o governo não reconsideraria a proposta de abrigar os migrantes. Os 350 moradores de Piddington foram convidados a depositar seus votos em uma pequena urna do lado de fora do salão comunitário da vila. Ao anunciar o resultado, a vice-presidente do conselho paroquial, Susannah Parden, disse: "Nós somos Piddington, a vila que ruge". O presidente do conselho paroquial, Tim McNally, acrescentou: "Este é um exemplo da democracia em funcionamento. Entramos neste salão comunitário como azarões — tínhamos uma ideia ousada. Enviamos uma mensagem ao mundo". O primeiro-ministro Andy Burnham disse que entendia a "força do sentimento" da população da vila, mas afirmou que era preciso haver justiça na distribuição pelo país. "A única coisa a fazer é reduzir os números, reduzir o número de travessias", disse. "E eles caíram significativamente. Agora estão no nível mais baixo em sete anos." "Também assumimos o compromisso com as pessoas de acabar com o uso de hotéis para abrigar refugiados e solicitantes de asilo, e esse compromisso precisa ser cumprido. Acho que a grande maioria das pessoas diz: 'sim, isso realmente precisa avançar'", continuou. "Portanto, isso envolve decisões difíceis, muito difíceis. Trata-se de garantir justiça em todo o país. Não estou dizendo que apenas uma parte do país ou um grupo de comunidades deva fazer todo o trabalho." Uma placa contra os planos para um centro de acolhimento de requerentes de asilo em uma antiga base militar próxima é exibida em Piddington, Inglaterra, em 8 de setembro de 2026 REUTERS/Hannah McKay O secretário de Estado-sombra do Interior, no entanto, disse que o resultado da votação em Piddington foi um "alerta" para o governo Chris Philip, que visitou a vila no início desta semana, disse que ela estava "enviando uma mensagem em nome de todo o país". "O país inteiro está cansado de imigrantes ilegais terem permissão para entrar no nosso país e serem acomodados, seja em hotéis, apartamentos ou instalações militares", acrescentou. Nandy disse que reconsiderar o plano para a base do Ministério da Defesa em Bicester não seria justo. "A alternativa seria pedir às comunidades que já viram sua população local quadruplicar que assumam uma parcela ainda maior da responsabilidade — e acho isso profundamente injusto", disse. Ela também afirmou que Piddington "não é, na verdade", um caso incomum, acrescentando: "No meu distrito eleitoral, há determinadas ruas onde isso aconteceu com a comunidade". E acrescentou que o governo estava ouvindo os ativistas de Piddington. "Eu realmente entendo que, quando são feitas mudanças que afetam sua comunidade, isso pode ser muito angustiante." "Recebemos uma enorme fila de pedidos de asilo, estamos processando as solicitações muito mais rapidamente e estamos removendo pessoas que não têm o direito de permanecer aqui. As travessias de pequenas embarcações caíram neste verão pela primeira vez em muitos anos devido às medidas que adotamos." "Enquanto colocamos ordem no caos do sistema de asilo que herdamos, precisamos garantir que cumpramos nossas obrigações e abriguemos as pessoas que vêm para este país em busca de segurança." 'Nossa vida será destruída' Piddington, na Inglaterra, fez referendo para sair do Reino Unido REUTERS/Hannah McKay Mulheres da vila disseram que "nossa vida será destruída" se os planos forem adiante. Mais de 130 moradoras escreveram para todas as parlamentares mulheres para compartilhar suas preocupações. "Como mulheres, vocês entenderão os graves riscos aos quais isso nos exporia. Nossa segurança, nossa proteção e nossas liberdades estarão ameaçadas." "Não nos sentiremos seguras andando pelas nossas ruas", disseram. Políticos locais e organizações de caridade disseram estar "atônitos" com as propostas do governo e afirmaram que o local não é adequado para esse tipo de uso. Hari Reed, da organização de caridade Asylum Welcome, com sede em Oxfordshire, disse: "Eles [os solicitantes de asilo] ficarão distantes do tipo de apoio de que normalmente precisam, e isso colocará uma carga adicional sobre os serviços públicos que existem para atendê-los". Christina Gower, moradora de Piddington, de 26 anos, disse estar decepcionada por os moradores terem precisado faz

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