Líderes europeus manifestam apoio ao acordo entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia
AI Summary
European leaders expressed support for a security agreement between the United States, Denmark, and Greenland, emphasizing its importance for NATO and Arctic stability. Russia acknowledged the agreement as an internal matter and reiterated no plans for cooperation with the US in Arctic security.
Líderes europeus manifestam apoio a acordo firmado entre EUA, Dinamarca e Groenlândia Líderes europeus manifestaram apoio ao acordo entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia. De tão ocupado com a crise do próprio partido, o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, não foi a Nova York, mas celebrou a notícia: “O acordo entre Dinamarca, Groenlândia e Estados Unidos fortalece nossa parceria na aliança militar do Ocidente, a Otan, e a segurança no extremo norte do planeta”. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, afirmou: "É um passo positivo fundamentado no respeito à soberania e à integridade territorial da Groenlândia”. Líderes europeus manifestam apoio ao acordo entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia Jornal Nacional/ Reprodução O secretário-geral da Otan também celebrou o acordo assinado em Nova York. Mark Rutte definiu o Ártico de uma região vital e disse que uma estabilidade por lá é essencial para a Europa e para a segurança coletiva dos aliados. Em Copenhague, capital da Dinamarca, moradores esperam que o acordo ajude a acalmar as tensões dos últimos meses. Mais cedo, antes da assinatura, o governo da Rússia afirmou que o acordo era uma questão dos países envolvidos e que uma cooperação entre Rússia e Estados Unidos no Ártico não estava em discussão. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Trump assina acordo de segurança com Groenlândia: 'Não queremos adversários chegando perto' EUA fecham acordo com a Dinamarca para controlar a segurança da Groenlândia 'para sempre' Groenlândia sob controle dos EUA: o que está por trás do acordo e por que a China tem a ver com ele?