João Martins avalia eficácia do Palmeiras contra o Bahia e projeta o Dérbi de domingo

🇧🇷 Globo Esporte Brazil (BR) —
João Martins avalia eficácia do Palmeiras contra o Bahia e projeta o Dérbi de domingo

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Palmeiras assistant coach João Martins said the team could have scored more in its 1–0 win over Bahia, but praised its defending and preparation. He described Sunday’s Corinthians derby as another league match and criticized Brazil’s schedule for forcing players returning from international duty to play midweek.

Palmeiras 1 x 0 Bahia | Melhores momentos | 29ª rodada | Brasileirão 2026 O auxiliar técnico João Martins, que substituiu o treinador Abel Ferreira à beira do gramado na vitória do Palmeiras sobre o Bahia, nesta quinta-feira, avaliou a eficácia alviverde diante do visitante e já comentou sobre a partida contra o Corinthians, marcada para o próximo domingo. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp — Conseguimos vê-los de frente, ter uma boa estratégia, houve uma pressão no fim, o resultado estava curto, tivemos oportunidade para fazer o segundo, talvez o terceiro, aí a história seria outra. Mas quando a eficácia não é o preponderante do jogo, temos que defender, organizarmos e fazer o que for preciso para os três pontos — analisou Martins. Contra o Bahia, o Palmeiras fez 26 finalizações, sendo 14 delas no alvo. O gol que definiu a vitória alviverde saiu logo no início do confronto, aos seis minutos da primeira etapa. — Às vezes, é preciso por 10 ou 15 minutos defender bem, soubemos defender bem. Hoje foi o que era preciso para os três pontos. Temos que dar parabéns ao adversário que está a fazer um excelente trabalho. João Martins em Palmeiras x Bahia Cesar Greco / Palmeiras João Martins também analisou o Dérbi, que será realizado no próximo domingo, na casa palmeirense. De acordo com o auxiliar, a partida será tratada como as demais disputadas pelo Verdão. — O jogo do Corinthians é mais um jogo para nós, não vamos fazer nada mais ou nada menos do que fizemos contra o Bahia. Nos deixa... não é desiludido ou desanimados, mas alguns clubes só se mobilizam em alguns tipos de jogos — afirmou. — No Palmeiras, somos obrigados a andar sempre no limite. Não posso andar no limite só quando jogo contra Corinthians, São Paulo ou Santos e depois perder os outros jogos, ir à Curitiba e perder por 2 a 0, por exemplo Mais notícias do Palmeiras: + Veja quem foi bem e quem foi mal no Nubank Parque + Jefté testa positivo para substância proibida e é suspenso "São 15 finais pela frente", diz Andreas após vitória do Palmeiras O auxiliar também comentou a maneira como o Palmeiras lidou com o desafio de escalar o time mesmo com tantos desfalques de convocados para a Data Fifa. Oito atletas do elenco profissional estiveram fora com suas seleções durante o período e retornaram durante esta semana. — Fizemos a nossa avaliação, pesamos prós e contras, tentamos decidir os melhores para esse jogo. Tivemos conversas com eles, com Arias, Mauricio, Gómez, Sosa, que chegaram mais cedo, esses foi mais fácil de decidir — explicou. Na opinião de Martins, o calendário brasileiro dificulta o retorno dos convocados para as seleções, que tem que atuar logo depois das disputas com suas equipes nacionais. — Sabemos que o calendário não permite o jogo pós-data Fifa ser no final de semana, como acontece nas outras partes do mundo. Aqui, para cumprir todas as datas, temos que jogar no meio de semana. No mundo ideal e certo, não haveria esse jogo, jogaríamos apenas sábado ou domingo, como acontece nas outras ligas. Mas nos dá outra adrenalina, outra experiência, outro aprendizado, nos tornamos mais fortes assim. Veja outras respostas do auxiliar João Martins: O sistema deste jogo será mantido até o fim da temporada? — Não. Gostamos de olhar para o adversário e ver os pontos fortes. Essa era a equipe que mais criava oportunidades de gol no Brasileirão, equipe hiper ofensiva, que joga muito bem, isso nota-se na classificação. Sabíamos da dificuldades que iríamos ter. Sabíamos que não estaríamos 100% porque alguns jogadores se juntaram ao grupo nessa manhã. Por isso escolhemos a formação com esses jogadores. Qual a análise do jogo? — Bahia é uma equipe que sabíamos que tínhamos que ser fortes na primeira pressão, é uma equipe que cria muitas dificuldades com pontas abertos, fortes no um contra um, muitos jogadores por dentro a furar a última linha, por isso optamos por três zagueiros para fechar espaços. Conseguimos vê-los de frente, ter uma boa estratégia, houve uma pressão no fim, o resultado estava curto, tivemos oportunidade para fazer o segundo, talvez o terceiro, aí a história seria outra. Mas quando a eficácia não é o preponderante do jogo, temos que defender, organizarmos e fazer o que for preciso para os três pontos. Às vezes, é preciso por 10 ou 15 minutos defender bem, soubemos defender bem, hoje foi o que era preciso para os três pontos. Temos que dar parabéns ao adversário que está a fazer um excelente trabalho. Sobre a pressão pós-perdas — Muitas vezes não se nota na distância percorrida ou na intensidade, nota-se na decisão. Porque o cansaço não é só físico, é mental. Às vezes é engraçado, aparecem muitas imagens no Brasileirão de perda de bola, parece pebolim. Mas muitas vezes é a cabeça que não pensa, o cansaço se apodera, e o corpo só escuta e a cabeça não pensa. Quando se tem essas pausas, nota-se que os jogadores estão mais inteiros, podem correr mais ou menos, mas se vê na capacidade de execução. Esta pausa foi positiva para isso, nota-se qu

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