Fachin faz balanço de um ano à frente do CNJ: 'Instituições não se fortalecem para si mesmas; fortalecem-se para servir'
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Brazilian Supreme Court Justice Edson Fachin reviewed his first year leading the National Council of Justice, reporting disciplinary decisions, new resolutions, and a decline in pending tax-enforcement cases. For 2026, he identified combating violence against women and girls, strengthening judicial coordination against organized crime, and speeding up social-security cases as priorities.
O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, fez nesta terça-feira (29) um balanço de seu primeiro ano à frente do órgão. Durante a sessão do conselho, Fachin apresentou resultados da gestão e as prioridades para 2026. "As instituições não se fortalecem para si mesmas; fortalecem-se para servir. É isto que estamos fazendo", afirmou. Para 2026, Fachin afirmou que a gestão vai concentrar esforços em três frentes: enfrentamento à violência contra meninas e mulheres; fortalecimento da rede de magistrados que atuam no combate ao crime organizado; e aceleração dos processos previdenciários e assistenciais. No balanço, Fachin afirmou ainda que foram analisados 34 processos administrativos disciplinares, com aplicação de penalidade em 30 deles. O CNJ também aprovou 47 resoluções e sete recomendações no período. Agora no g1 Combate ao crime organizado Fachin disse que o CNJ avançou na construção de uma rede nacional de magistrados que atuam na área e afirmou: “O crime organizado não reconhece as fronteiras de uma comarca ou de um tribunal. A resposta do Estado tampouco pode permanecer fragmentada.” Remuneração de magistrados O ministro afirmou que CNJ e Corregedoria buscaram dar uniformidade e transparência à remuneração da magistratura e citou o lançamento do contracheque único e sua fiscalização. "Com a Corregedoria Nacional atravessamos o desafio de aperfeiçoar toda a governança da remuneração da magistratura, conferindo-lhe uniformidade e transparência. Lançamos o contracheque único e a sua fiscalização rigorosa", afirmou. Execuções fiscais Fachin informou que os processos pendentes caíram 10%, de 16,40 milhões em dezembro de 2025 para 14,76 milhões em julho de 2026. - Esta reportagem está em atualização Ministro Edson Fachin do STF Rosinei Coutinho/STF