Chefe de facção preso no Paraguai é transferido para a Penitenciária Central de MT
AI Summary
Alleged Mato Grosso faction leader João Batista Vieira dos Santos, arrested in Asunción, Paraguay, was transferred from Foz do Iguaçu to the Central Penitentiary in Cuiabá. The move followed a Mato Grosso court order so he can face outstanding warrants. He has a long history of alleged organized-crime and drug-trafficking activity.
Suspeito de liderar facção preso no Paraguai é levado para Cuiabá. Apontado como um dos chefes de uma facção criminosa com atuação em Mato Grosso, João Batista Vieira dos Santos foi transferido para Cuiabá nesta quarta-feira (30), após ser preso no Paraguai, no início de setembro. Ele estava custodiado em Foz do Iguaçu (PR) e foi encaminhado à Penitenciária Central do Estado (PCE). A transferência foi determinada pela Justiça de Mato Grosso, que estabeleceu o retorno do investigado ao estado para responder aos processos relacionados aos mandados de prisão expedidos contra ele. O g1 tenta localizar a defesa de João Batista. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp João Batista foi preso em Assunção, capital do Paraguai, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça mato-grossense. Após a captura, ele foi levado para a Cadeia Pública Laudemir Neves, em Foz do Iguaçu, onde permaneceu custodiado. O transporte até Cuiabá foi realizado em uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), com medidas de segurança para garantir a integridade do preso e dos policiais responsáveis pela escolta. Após a chegada à capital, ele ficará à disposição da Justiça O recambiamento foi realizado por uma equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), com apoio do Ciopaer e da Polícia Penal do Paraná. Em 2013, João Batista Vieira dos Santos já era apontado como um dos chefes de uma organização criminosa com atuação dentro e fora dos presídios paulistas e que havia se expandido para outros estados. Naquele ano, ele foi preso em Rondonópolis a 215 km de Cuiabá, com cerca de uma tonelada de maconha. Segundo o Ministério Público na época, as investigações identificaram integrantes do grupo que, mesmo presos, continuavam a comandar crimes por meio de celulares, como tráfico de drogas, assaltos a bancos e assassinatos. João Batista estava preso em Foz do Iguaçu (PR) desde o início de setembro Reprodução