Ceni admite queda técnica e emocional no Bahia e cobra virada contra o Remo: "Pela nossa honra"

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Ceni admite queda técnica e emocional no Bahia e cobra virada contra o Remo: "Pela nossa honra"

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O Bahia, após uma derrota para o Cruzeiro por 2 a 1, enfrenta pressão quanto ao desempenho sob o comando do técnico Rogério Ceni, que expressou preocupação com a queda técnica e emocional da equipe. O futuro de Ceni no clube está incerto em meio a frustrações dos torcedores.

Bahia 1 x 2 Cruzeiro | Melhores momentos | 15ª rodada | Brasileirão 2026 O Bahia aumentou a pressão sobre o trabalho do técnico Rogério Ceni ao perder por 2 a 1 para o Cruzeiro, na noite deste sábado, e chegar ao quinto jogo sem vencer. Na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, o Tricolor abriu o placar com Luciano Juba, mas sofreu gols de Kauã Moraes e Kaique Kenji e deixou o campo sob vaias da torcida. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Veja quem chega e quem sai do Bahia em 2026 Em entrevista coletiva depois do jogo, o técnico Rogério Ceni avaliou que o Bahia fez um jogo equilibrado com o Cruzeiro. O treinador também comentou o trabalho ao longo da semana livre que teve para o treinar o time, diferente do rival deste sábado, que jogou pela Libertadores. - O resultado foge daquilo que a gente esperava. O Cruzeiro é uma boa equipe, acho que foi um jogo equilibrado. Eles tiveram mais finalizações, mas muitas para fora ou defesas simples de Léo. Tivemos bons momentos no jogo, saímos na frente e tivemos chances de fazer o segundo gol. No gol deles, faltou a cobertura de Juba para fazer o corte. Todos se esforçaram e correram, mas não conseguimos vencer, que era o mais importante. Sobre a cobrança, o torcedor quer ver o time vencer. Quando o time não entrega o resultado, o torcedor está certo em protestar, ele vai frustrado para casa - inicia Ceni. - Em tese o Cruzeiro estava mais desgastado. Acho que perdemos a confiança, os jogadores sentem a pressão pela necessidade de vencer. Treinando ou jogando o desgaste vem sempre, mas é claro que quem joga no meio de semana chega mais desgastado. Acho que erramos mais que o normal, não é fácil reverter um momento de baixa, mas precisamos sair disso o mais rápido possível. Não tem ninguém que vai nos tirar disso, apenas nós. Nós que temos que sair dessa situação - completa o treinador. Na entrevista, Rogério Ceni também foi perguntado como se sente sobre o futuro do trabalho à frente do time do Bahia. - Não posso me preocupar com isso. Isso é uma questão da diretoria. Tento todos os dias fazer meu melhor, eu não canso de trabalhar. Tento achar situações, trocas, alternativas. Estou há 36 anos nisso, eu entendo a pergunta, faz parte do pacote do futebol. Estamos todos tentando fazer nosso melhor. Hoje tentamos diferentes alternativas, fizemos tudo que podemos, mas as coisas não estão acontecendo. Tem uma queda técnica e emocional. Precisamos fazer algo diferente para mudar a chave, para resgatar o torcedor. Não posso reclamar de competitividade e entrega dentro de campo, mas as coisas não estão acontecendo como já aconteceram. A sequência negativa é a pior em 2026 do Bahia, que estagnou com 22 pontos e pode cair da sexta para a sétima posição no complemento da rodada se o Bragantino vencer o Santos fora de casa. A má fase do Tricolor também acontece em meio a disputa da quinta fase da Copa do Brasil, que teve derrota da equipe baiana para o Remo, na partida de ida, por 3 a 1 - O Bahia caiu um pouco de produção. A responsabilidade nisso é sempre do treinador. Quando conseguimos classificar para a Libertadores também temos o crédito de elevar o nível do time. Neste momento acho que precisamos de mais confiança. Temos que continuar trabalhando, tentar fazer algo de diferente na quarta-feira. Não só pelo calendário, mas pela nossa honra mesmo, pela nossa imagem. Não tem o que fazer de nomes novos, somos nós que temos que tentar mudar. Já fizemos coisas importantes em 2024 e 2025. A gente almeja chegar em posições mais altas em 2026, mas é um momento de fragilidade. Precisamos de luta para sobreviver a esse momento difícil. A gente vê que os jogadores sentem fisicamente o desgaste, emocionalmente também. Quarta-feira é um jogo decisivo para reverter isso. Com a derrota no jogo de ida, o Bahia precisa ao menos vencer por dois gols de diferença a segunda partida para levar a disputa para os pênaltis. O confronto está marcado para as 21h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira, no Mangueirão. Rogério Ceni em entrevista coletiva Reprodução / TV Bahêa Veja outros trechos da entrevista coletiva Mudança no ataque - Nós começamos com Juba por dentro. Depois pedi para ele tentar jogar por fora, e aí o Santi (Ramos Mingo) é quem tinha que conduzir a bola. Mas não deu certo, perdemos vantagem e voltamos com o Juba por dentro. O Ademir entra bem, foi o substituição que melhor rendeu. Não ficamos com inferioridade no meio de campo. O que mudou é que Willian precisou sair, e ele é um jogador que sai mais da área que Everaldo. Não acho que foi por causa de Juba. Mudança drástica no time titular? - Estruturalmente eu não acho que vamos mal nos jogos. Claro que podemos mudar peças, hoje tentamos com o Sanabria no lugar do Kike, ele poderia ser um cara para levar a melhor no um contra um ofensivo. Mudamos Everton e Jean Lucas para tentar ganhar energia com Nestor e Michel. Tivemos trocas por necessidade, com a saída do Willian. Mesmo assim estamos encontrando dificuldade para exercer

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