Caso Joba: Justiça marca 1ª audiência de acusados para agosto

🇧🇷 Globo (BR) —
Caso Joba: Justiça marca 1ª audiência de acusados para agosto

AI Summary

The Justice of Alagoas scheduled the first hearing for August 19 regarding the murder case of Johanisson Carlos Lima Costa, coordinator of the CRB youth categories. Two suspects, arrested and accused of the crime, will be heard along with witnesses during the judicial process in Maceió, Brazil.

Vídeo registra momento em que coordenador do CRB é assassinado na Santa Lúcia A Justiça de Alagoas marcou para o dia 19 de agosto, às 9h30, a primeira audiência do processo que apura o assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como "Joba", coordenador das categorias de base do CRB. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL). 📱Participe do canal do g1 Alagoas Joba foi morto a tiros em 23 de janeiro deste ano, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Dois homens respondem pelo crime: Ruan Carlos Ferreira de Lima, apontado pela Polícia Civil como mandante do assassinato, e Symeone Batista dos Santos, acusado de participar da execução. Ambos estão presos. A audiência de instrução e julgamento será realizada na 7ª Vara Criminal de Maceió, no Fórum do Barro Duro, e será conduzida pelo juiz Yulli Roter. Nessa etapa do processo, serão ouvidos os réus, testemunhas e demais envolvidos no caso. Após a fase de instrução, o magistrado decidirá se os acusados serão levados a julgamento pelo Tribunal do Júri. O g1 tentou contato com as defesas dos réus, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. Relembre o caso Johanisson Carlos Lima, supervisor das categorias de base do CRB Reprodução/Redes sociais Segundo a investigação da Polícia Civil, o assassinato foi motivado por ciúmes. A delegada Tacyane Ribeiro informou que Ruan teria pago R$ 10 mil para que Joba fosse morto. De acordo com a polícia, Joba havia retomado o relacionamento com a ex-companheira, que anteriormente havia se envolvido com Ruan. A situação teria motivado o planejamento do crime, que, segundo a investigação, começou a ser arquitetado ainda em dezembro do ano passado. Joba foi assassinado quando saía do condomínio onde morava em direção a um ponto de van. O crime foi registrado por uma câmera de segurança. A ex-noiva de Joba não é ré no processo. Até o momento, não há informação se uma eventual participação dela no caso foi descartada pela investigação. LEIA MAIS: Perícia identifica que coordenador do CRB foi morto com tiro de revólver calibre 38, em Maceió Suspeitos de terem envolvimento na morte de Joba morrem em troca de tiros, afirma SSP-AL Suspeitos mortos em confronto Revólver calibre 38 foi apontado como arma utilizada na morte de Johanisson Lima, o Joba Reprodução/IML Três suspeitos de terem envolvimento no assassinato de Joba morreram após uma troca de tiros com a polícia no bairro Clima Bom, em Maceió. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL), que não divulgou o nome dos suspeitos. Apesar disso, no processo do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), os suspeitos foram identificados como José Cícero Aprígio da Silva, Raul Silva de Melo e Ana Tassia da Silva Santos. Com eles, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes. A delegada Tacyane Ribeiro explicou que o trio foi encontrado após a polícia apreender a moto usada na fuga do executor do crime. O responsável pela moto foi preso, enquanto os outros três teriam resistido à abordagem, atirando contra os policiais. O Instituto de Criminalística de Maceió (ICM) identificou a arma utilizada para assassinar Joba. De acordo com a perita criminal Renata Azevedo, responsável pela análise, as armas apreendidas foram submetidas a exames técnicos e comparadas com o projétil retirado do corpo da vítima. “Após a produção de padrões dessas três armas, submeti e analisei essas amostras no microcomparador balístico confrontando com o projétil encontrado no corpo da vítima. O exame deu positivo para um dos revólveres calibre 38", afirmou a perita. Defesa nega pagamento por execução Ruan, suspeito de ser mandante do assassinato de Johanisson Lima, o Joba, coordenador das categorias de base do CRB Reprodução/TV Asa Branca À época do crime, logo após ser preso, a defesa de Ruan Ferreira informou que o cliente negou veementemente o pagamento de R$ 10 mil pelo cometimento do crime. "A polícia levantou a informação que haveria participação da Letícia, ex-companheira do Joba, e eu perguntei ao Ruan. Ele se manteve em silêncio e só disse que a conhecia. Não falou nada sobre relacionamento com ela", disse o advogado Napoleão. A delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tacyane Ribeiro, informou durante entrevista coletiva que Ruan é historiador e não possui antecedentes criminais. Segundo a delegada, ele confirmou apenas informações básicas, como o nome e a profissão. "Ele não tem nenhum antecedente criminal, estava bastante nervoso. Só respondeu a primeira parte do interrogatório, que é no tocante à pessoa, como nome, estado civil, quantos filhos tem. Mas na parte dos fatos ele preferiu ficar em silêncio. Não confirmou, nem negou", explicou a delegada. Luto no futebol CRB emite nota lamentando a morte do coordenador das categorias de Base, Johanisson Lima, o Joba Reprodução/CRB O CRB emitiu uma nota lamentando o caso. O coordenador estava há cinco anos no clube, e exercia um "papel re

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