Caso Isabelle Caracristi: sogra e cunhado da jovem e mais cinco pessoas prestam depoimento à polícia

🇧🇷 Globo (BR) —
Caso Isabelle Caracristi: sogra e cunhado da jovem e mais cinco pessoas prestam depoimento à polícia

AI Summary

Seven people including the mother and brother-in-law of João Munhoz Neto, suspected in the case of Isabelle Caracristi's death, gave statements to police in Fortaleza. Isabelle was found dead after reportedly jumping from the rooftop of her condominium. The investigation continues with analysis of over 700 videos and search of associated vehicles and devices.

O que se sabe sobre a morte da estudante Isabelle Caracristi Sete pessoas foram ouvidas pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (24), relacionadas ao caso da estudante Isabelle Caracristi, encontrada morta no condomínio onde vivia com o namorado, João Munhoz Neto, no bairro Aldeota, em Fortaleza. Ele está preso por suspeita de incitação ao suicídio e violência psicológica. A investigação policial aponta que a jovem se jogou do terraço do prédio. Os sete depoimentos foram colhidos no 2º Distrito Policial, na capital. Quando o irmão de João chegou para depor, o carro que ele utilizava foi alvo de busca pelos policiais. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Conforme apuração da TV Verdes Mares, entre as pessoas ouvidas estão: A mãe de João Munhoz, Sara Regina Alexandre Munhoz, servidora da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará (SAP); O irmão de João Munhoz; A cunhada de João (namorada do irmão); Uma amiga do irmão e da cunhada; Uma amiga de infância de Isabelle; Um homem, que estava com uma mulher na piscina do condomínio quando Isabelle caiu; Uma mulher, que estava com o homem na piscina do condomínio quando Isabelle caiu. O irmão de João Munhoz, sua namorada e a amiga dos dois foram chamados para depor porque eles levaram João de volta ao prédio quando ficaram sabendo da morte de Isabelle. O veículo que eles usaram no dia, um Hyundai Creta, foi alvo de uma busca pelos policias do 2º DP, que apreenderam dois rádios de comunicação e um dispositivo de luz. Os objetos foram apresentados à polícia e devolvidos ao automóvel. A mãe de João, Sara Regina, foi exonerada do cargo de direção na Coordenadoria de Execução da Saúde Prisional, da SAP, na última terça-feira (22). A Secretaria alegou que a decisão foi uma medida estritamente administrativa. Já o homem e a mulher não identificados foram convocados enquanto testemunha da queda de jovem - quando caiu, Isabelle atingiu a área próximo da piscina, onde o casal estava. A amiga de Isabelle foi chamada a depor, mas informou que não recebeu nenhuma mensagem da estudante antes da morte. Isabelle Caracristi e João Munhoz Neto Reprodução A investigação da Polícia Civil aponta que a morte de Isabelle Caracristi, ocorrida na noite de 13 de setembro, foi motivada por precipitação voluntária, isto é, ela se atirou do rooftop do prédio localizado no bairro Aldeota. João Munhoz foi preso na última terça-feira (22) por suspeita de violência psicológica e não colaboração com as investigações, conforme a Polícia Civil. O corpo teve múltiplas lesões com a queda, mas não apresentava sinais de violência. Porém, a polícia disse que outras possibilidades ainda não foram completamente descartadas e que o caso permanece em investigação. Mais de 700 vídeos estão sendo analisados pela Polícia Civil. O Delegado-Geral, Márcio Gutiérrez, informou que não há câmeras de segurança no rooftop, mas imagens de outros pontos do prédio e de áreas próximas corroboram a conclusão da investigação sobre a queda. LEITA TAMBÉM: Apartamento foi limpo e colocado à venda e familiares da jovem foram proibidos de entrar no prédio após a morte, diz polícia Estudante achada morta em Fortaleza disse para familiar não acreditar no namorado se algo acontecesse com ela Prisão preventiva João Munhoz Neto foi preso por suspeita de incitação ao suicídio e violência psicológica. Redes sociais/Reprodução João Munhoz Neto, de 34 anos, namorado da universitária Isabelle Caracristi, 22, encontrada morta no pátio do condomínio onde morava com ele, em Fortaleza, foi preso preventivamente nesta terça-feira (22). Ele foi detido em um condomínio no bairro Aldeota, na capital cearense. A advogada Lígia Peixe, que representa a defesa de João Munhoz, criticou a prisão preventiva, a qual ela disse que a pegou de surpresa. “Ele se apresentou voluntariamente, entregou o celular, eu deixei meus telefones, disse que a hora que precisassem ouvi-lo, ele estaria em qualquer lugar para ser ouvido. Demos o endereço e, de repente, a gente é surpreendido com isso”, comentou. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp O g1 apurou que o pedido de prisão preventiva tem como base os seguintes artigos do Código Penal: 122, induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou a praticar automutilação ou fornecer material para que a vítima provoque ferimento contra si; 147, ameaça. Lígia Peixe disse ainda que, desde a morte, o cliente está fragilizado e sob efeito de remédios, mas não especificou quais medicações. LEIA TAMBÉM: Estudante de 22 anos é encontrada morta em condomínio 'Mãe, eu te amo': universitária enviou mensagem à família antes de ser encontrada morta Namorado disse à polícia qual foi a última mensagem recebida de Isabelle Caracristi Namorado de Isabelle Caracristi é casado com outra mulher, confirma advogada dele Polícia prende namorado de Isabelle Caracristi, universitária achada morta O que aconteceu Universitária é achada morta no apartamento do namorado em Fortaleza A estudante universitária Isabelle

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